Quinta-feira, 8 de Dezembro de 2011

Ausência...

Ando desapaparecida, bem sei. Tanto desejei a mudança que ela chegou e, afinal, não é assim tão bom mudar, pelo menos esta mudança.
Escola nova e expetativas que foram superadas... está a ser pior do que eu pensava!
 Entretanto, ando aqui a dar voltas à cabeça para arranjar forma de não desejar a toda a hora que o tempo passe depressa, que junho chegue (altura em que sairei daquela escola)  e que, com este desejo, deixe passar coisas importantes: o meu filho, o meu marido, novos projetos e as amizades.
A frustração a nível profissional é quase tão importante como a pessoal. Sentimos que não damos nada ao mundo, somos as pessoas menos dinâmicas à face da Terra, as mais chatas e as mais tolas e inúteis também. Mas às vezes, há simplesmente um momento de claridade que nos traz os seguintes pensamentos: só porque há uma série de pessoas à tua volta  a agir assim  tu não tens de o fazer também; só porque estás em menor número, não quer dizer que estejas errada...
E no meio disto tudo há também a necessidade de manter uma boa relação com todos e dar um ensino de qualidade.
Bem sei que não sou a única a sentir isto. Sou uma no meio de milhares. Mas nem isso me consola...